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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Gente de arte no FUNCEB ITINERANTE do Sertão do São Francisco

Marcos Velasch [Foto por Alex Oliveira]

Marcos Velasch é ator, cenógrafo e produtor. É auxiliar de coordenação do projeto Corpo/Movimento: Núcleos de Estudos em Dança, aprovado no Edital Setorial de Dança 2013, da FUNCEB. O NED objetiva a formação de grupos em escolas públicas de bairros periféricos de Juazeiro, Curaçá e Senhor do Bonfim, através de atividades de pesquisa, discussão e experimentação.

Júnior Rocha [Foto por Alex Oliveira]

Júnior Rocha é produtor cultural e designer gráfico. Produz o Coletivo Coletânea, um programa de rádio no ar há 15 anos, e A Voz do Brasil, evento que ocorre mensalmente no Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro, e reúne atividades em diversas linguagens artísticas, como o audiovisual e a dança, mas sobretudo a música nacional regional. Júnior foi o proponente do projeto Corpo/Movimento: Núcleos de Estudos em Dança, que vai se encerrar com uma mostra de dança, prevista para 24 de maio.

Elder Ermi [Foto por Alex Oliveira]

Elder Ermi é ator e integra o grupo Abordagem Teatral, que tem estreia prevista para maio do espetáculo O Alienista, texto de Machado de Assis.

Sérgio Murilo Cavalcanti [Foto por Alex Oliveira]

Sérgio Murilo Cavalcanti é poeta, compositor e coordenador do Festival de Repente Rap, evento com programação diversificada nas diversas linguagens artísticas, como batalhas entre repentistas e rappers, shows musicais, apresentações de dança e mesas de discussão. A primeira edição do festival, ocorrida em 2013, e a segunda, com previsão para 2015, foram selecionadas pelo Edital Territórios Culturais, da SecultBA, em 2013 e 2014, respectivamente.

Luciano Correia [Foto por Alex Oliveira]

Luciano Correia é coordenador de Cultura e Turismo de Casa Nova, município do Território de Identidade do Sertão do São Francisco. “O FUNCEB ITINERANTE é louvável por sair do eixo Salvador e mostrar que todos os baianos podem ser contemplados, mas para isso deve haver mais participação da sociedade civil”, conta. “A nossa maior demanda é por qualificação dos agentes culturais”, conclui.

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